sexta-feira, 30 de julho de 2010

Água Ardente

Só para avisar que comprámos 5 litros de aguardente off de record (xiuuuuu) ao sr.F.
Vai ser o regabofe de licores naquela casa. Garantimos álcool mas não garantimos qualidade que ainda estamos a aprender.
Ora bem, já temos um de romã e outro de ameixa. Já pensei num de amora silvestre mas parece que só dá com amoras da amoreira. Portanto... alguém tem sugestões?

Água Ardente

Só para avisar que comprámos 5 litros de aguardente off de record (xiuuuuu) ao sr.F.
Vai ser o regabofe de licores naquela casa. Garantimos álcool mas não garantimos qualidade que ainda estamos a aprender.
Ora bem, já temos um de romã e outro de ameixa. Já pensei num de amora silvestre mas parece que só dá com amoras da amoreira. Portanto... alguém tem sugestões?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ao serão


De há uns tempos para cá o sr.AC tem passado boa parte do serão a construir a estante personalizada para uma das paredes lá de casa. É que temos livros - muitos livros - e pouco espaço de arrumação. Inicialmente ainda procurámos no IKEA mas o facto da parede ser torta e ter umas dimensões atípicas fez com que optássemos por uma solução caseira. E eu confesso que gosto muito mais assim.

Ao serão


De há uns tempos para cá o sr.AC tem passado boa parte do serão a construir a estante personalizada para uma das paredes lá de casa. É que temos livros - muitos livros - e pouco espaço de arrumação. Inicialmente ainda procurámos no IKEA mas o facto da parede ser torta e ter umas dimensões atípicas fez com que optássemos por uma solução caseira. E eu confesso que gosto muito mais assim.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O calendário

O sr. AC tem dificuldades com datas. O sr. AC tem a data do meu aniversário no telemóvel com um lembrete associado. O sr. AC acha, desde há 3 anos para cá, que eu tenho 27 anos quando já tenho 30. O sr. AC, quando lhe pergunto a idade de um familiar dá-me sempre um intervalo de 10 anos, do género "tem 40, 50 anos" como se fosse a mesma coisa. E eu acho que já sei porquê: a culpa é do calendário.

Calendários que o sr.AC trouxe da antiga casa para a oficina AC. Sim, que um homem nunca sabe quando precisará de saber a que dia da semana calhou o domingo de Páscoa de 2007.

O calendário

O sr. AC tem dificuldades com datas. O sr. AC tem a data do meu aniversário no telemóvel com um lembrete associado. O sr. AC acha, desde há 3 anos para cá, que eu tenho 27 anos quando já tenho 30. O sr. AC, quando lhe pergunto a idade de um familiar dá-me sempre um intervalo de 10 anos, do género "tem 40, 50 anos" como se fosse a mesma coisa. E eu acho que já sei porquê: a culpa é do calendário.

Calendários que o sr.AC trouxe da antiga casa para a oficina AC. Sim, que um homem nunca sabe quando precisará de saber a que dia da semana calhou o domingo de Páscoa de 2007.

Receitas

Num cantinho lá de casa mora agora a secretária do antigo colégio do avô do Sr. AC. No tampo da mesa uma candeia dos meus bisavós e um dossier/caderno diário da mãe do sr. AC. transformado em livro de receitas. Ao fundo, na janela, um tarro de cortiça que era da minha mãe e uma cestinha feita por uma senhora em Sortelha. Falta agora um candeeiro para dar mais alegria ao espaço.

Receitas

Num cantinho lá de casa mora agora a secretária do antigo colégio do avô do Sr. AC. No tampo da mesa uma candeia dos meus bisavós e um dossier/caderno diário da mãe do sr. AC. transformado em livro de receitas. Ao fundo, na janela, um tarro de cortiça que era da minha mãe e uma cestinha feita por uma senhora em Sortelha. Falta agora um candeeiro para dar mais alegria ao espaço.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

dormir


Há pessoas que dormem até mais não. Dormem horas e mais horas. Tenho uma colega que contou no outro dia que num destes sábados o filho de 10 anos é que a foi acordar porque já passava das 14h. Eu não consigo porque tenho um despertador biológico que não me larga, não tem 'pause' ou 'stop'. Entranhou-se e agora não me larga nem que seja para dormir até as 9h30 de um domingo. Ele não vai em cantigas e o mais tardar às 8h00 já está a dar sinal. Mas este fim de semana enganei finalmente o bandido e dormi a siesta como gente grande.
O calor estava impossível e dividir 40cm de areia com o senhor da geladeira e dos saquinhos mais o miúdo birrento e a senhora que grita ao telemóvel não é literalmente a minha praia. Vai daí ficámos mesmo por casa - que é tão fresquinha - e preparámo-nos para (re)ver o Indiana Jones e a arca perdida. Eu juro que tentei. Esforcei-me. Arregalei os olhos com convicção, semicerrei os olhos a pensar " mas eu quero ver o filme e ainda só passaram 5 minutos" e por fim fechei mesmo os olhos sob o velho pretexto "é só um segundinho". Não foi um segundinho, não foi uma hora. Foi o filme inteiro*.
* a meio do filme alguém - não vou dizer quem que eu não sou de intrigas - juntou-se à minha sesta. É só para que fique registado. Cá por coisas.

dormir


Há pessoas que dormem até mais não. Dormem horas e mais horas. Tenho uma colega que contou no outro dia que num destes sábados o filho de 10 anos é que a foi acordar porque já passava das 14h. Eu não consigo porque tenho um despertador biológico que não me larga, não tem 'pause' ou 'stop'. Entranhou-se e agora não me larga nem que seja para dormir até as 9h30 de um domingo. Ele não vai em cantigas e o mais tardar às 8h00 já está a dar sinal. Mas este fim de semana enganei finalmente o bandido e dormi a siesta como gente grande.
O calor estava impossível e dividir 40cm de areia com o senhor da geladeira e dos saquinhos mais o miúdo birrento e a senhora que grita ao telemóvel não é literalmente a minha praia. Vai daí ficámos mesmo por casa - que é tão fresquinha - e preparámo-nos para (re)ver o Indiana Jones e a arca perdida. Eu juro que tentei. Esforcei-me. Arregalei os olhos com convicção, semicerrei os olhos a pensar " mas eu quero ver o filme e ainda só passaram 5 minutos" e por fim fechei mesmo os olhos sob o velho pretexto "é só um segundinho". Não foi um segundinho, não foi uma hora. Foi o filme inteiro*.
* a meio do filme alguém - não vou dizer quem que eu não sou de intrigas - juntou-se à minha sesta. É só para que fique registado. Cá por coisas.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Antes e Depois - O forno






Este espaço sofreu - como dá para ver nas fotos - muitas alterações. Quando comprámos a AC este anexo do forno estava muito degradado. Uma parte do telhado tinha ruido e as paredes não inspiravam confiança. Lá dentro lixo, muito lixo, e ainda esqueletos de gatos dentro do forno. Um mimo. Entretanto reconstruímos o espaço à nossa maneira. A última foto não representa o estado actual daquele espaço porque entretanto já tem os barrotes em cima que vão suportar as telhas antigas. Vai ficar um espaço aberto (apenas fechado por cima com o tal telheiro) com direito a uma mesa de madeira que nos acompanha desde o início. A bancada onde está a Dixie ainda vai sofrer algumas alterações porque vai ser forrada com tijoleira que sobrou da reconstrução do forno. Depois disso fica pronta a servir de banco, bancada, local para sestas, o que se quiser. Venham as sardinhadas e as churrascadas!

Antes e Depois - O forno






Este espaço sofreu - como dá para ver nas fotos - muitas alterações. Quando comprámos a AC este anexo do forno estava muito degradado. Uma parte do telhado tinha ruido e as paredes não inspiravam confiança. Lá dentro lixo, muito lixo, e ainda esqueletos de gatos dentro do forno. Um mimo. Entretanto reconstruímos o espaço à nossa maneira. A última foto não representa o estado actual daquele espaço porque entretanto já tem os barrotes em cima que vão suportar as telhas antigas. Vai ficar um espaço aberto (apenas fechado por cima com o tal telheiro) com direito a uma mesa de madeira que nos acompanha desde o início. A bancada onde está a Dixie ainda vai sofrer algumas alterações porque vai ser forrada com tijoleira que sobrou da reconstrução do forno. Depois disso fica pronta a servir de banco, bancada, local para sestas, o que se quiser. Venham as sardinhadas e as churrascadas!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Galinhas


Apesar de não ser muito dada a berloques e a bonecada (o sr.AC ainda menos) gosto destas galinhas que nos ofereceram. Moram agora na portada da cozinha. Na primeira foto podem ver o lindo estado em que estava o espaço destinado à churrasqueira mais a bela chapa verde do vizinho que os arbustos aindam não escondem. Mas agora já está bem diferente. Oh se está!

Galinhas


Apesar de não ser muito dada a berloques e a bonecada (o sr.AC ainda menos) gosto destas galinhas que nos ofereceram. Moram agora na portada da cozinha. Na primeira foto podem ver o lindo estado em que estava o espaço destinado à churrasqueira mais a bela chapa verde do vizinho que os arbustos aindam não escondem. Mas agora já está bem diferente. Oh se está!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Pepinos

Já aconteceu duas vezes: o sr AC vai buscar pão de manhã e traz um presente.
O vizinho velhote que acha que o sr. AC se chama Nuno e que nós achamos que se chama Salvador (confusos?) vê o sr. AC de bicicleta a sair da padaria e pergunta-lhe se não quer levar uns pepinos bastando para o efeito apanhá-los da horta. Ao todo deve ter trazido uns 10 pepinos. Parece que o velho Salvador não pode comer pepino. E porque é que ele tem pepinos na horta se não os pode comer? Pois, é uma boa pergunta.

Pepinos

Já aconteceu duas vezes: o sr AC vai buscar pão de manhã e traz um presente.
O vizinho velhote que acha que o sr. AC se chama Nuno e que nós achamos que se chama Salvador (confusos?) vê o sr. AC de bicicleta a sair da padaria e pergunta-lhe se não quer levar uns pepinos bastando para o efeito apanhá-los da horta. Ao todo deve ter trazido uns 10 pepinos. Parece que o velho Salvador não pode comer pepino. E porque é que ele tem pepinos na horta se não os pode comer? Pois, é uma boa pergunta.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Todos os nomes

Numa conversa de café fala-se de nomes para futuros petizes. Diz um amigo – verdadeiramente interessado no assunto – que gostava de chamar Manel (em vez de Manuel) ao filho mas que tal não é possível segundo a lei portuguesa. Lembrei-me imediatamente de uma listinha que se encontra disponível no site do serviço de registo civil. Com cerca de 80 páginas aquilo é uma risota pegada. Mas aquela lista tem um dark side, é perigosa para os nossos ouvidos e pode eventualmente toldar o bom senso de muitas pessoas. Por exemplo, diz a famosa lista que qualquer cidadão português pode baptizar a sua cria de Quévin, Ralfe, Rói, Patrique. Ou então Eleazar, Mago, Manassés, Nernode, Primitivo, Primo, Minon, Melquisedeque (ufa, que este é difícil de pronunciar).
Para a menina temos Matrosa, Solôngia, Merrita, Ninfa, Eglantina, Elca, Marjolene, Nichal e até Marquesa. Há um apontamento delicioso: é possível chamar Nanci a uma bebé mas “é preferível a forma Nance”. [Ó Nance! Vai buscar fiambre à mãe!]
Eu nunca entendi o desejo que muitas pessoas têm de dar um nome invulgar aos filhos. Ah e tal porque na turma da minha prima há 4 Marianas, 3 Matildes e 5 Carolinas. Sim senhora, é verdade. Concordo. Mas não é preciso ir para extremos. Chamar Papoila só porque é diferente traz-me muitas dúvidas. Esta é uma opinião pessoal, claro, que gosto de nomes simples. Preferia mil vezes chamar-me Matilde (não, não é um nome da minha eleição) a chamar-me Noah, por exemplo. É que depois, minha gente, depois do nome vem o malfadado apelido. E uma Matilde da Silva é mais composto que uma Noah da Silva. Ou uma Noah Ferreira. Noah Lopes. Há nomes que na língua de origem soam bem, são delicados e suaves, mas que na língua de Camões são verdadeiras lixas. É a pronúncia, o sotaque, o aportuguesamento inevitável. Não sei se já vos aconteceu não saber como pronunciar o nome (estrangeiro) de uma pessoa acabámos de conhecer. Se o dizemos na língua de origem com sotaque à altura soamos a pretensiosos, se o dizemos à moda portuguesa parecemos uns labregos.

Voltando ao meu amigo. Dizia ele que não concordava que houvesse restrição na atribuição de nomes às crianças. Se ele soubesse que algumas pessoas quiseram dar como primeiro presente ao seu rebento um destes lindos nomes acho que mudava de opinião.

Ovni,
Reboredo,
Pégui,
Roça,
Paleologo,
Sandokan,
Pisca,
Rihanna,
Piaget,
Satélite,
Sayonara

Todos os nomes

Numa conversa de café fala-se de nomes para futuros petizes. Diz um amigo – verdadeiramente interessado no assunto – que gostava de chamar Manel (em vez de Manuel) ao filho mas que tal não é possível segundo a lei portuguesa. Lembrei-me imediatamente de uma listinha que se encontra disponível no site do serviço de registo civil. Com cerca de 80 páginas aquilo é uma risota pegada. Mas aquela lista tem um dark side, é perigosa para os nossos ouvidos e pode eventualmente toldar o bom senso de muitas pessoas. Por exemplo, diz a famosa lista que qualquer cidadão português pode baptizar a sua cria de Quévin, Ralfe, Rói, Patrique. Ou então Eleazar, Mago, Manassés, Nernode, Primitivo, Primo, Minon, Melquisedeque (ufa, que este é difícil de pronunciar).
Para a menina temos Matrosa, Solôngia, Merrita, Ninfa, Eglantina, Elca, Marjolene, Nichal e até Marquesa. Há um apontamento delicioso: é possível chamar Nanci a uma bebé mas “é preferível a forma Nance”. [Ó Nance! Vai buscar fiambre à mãe!]
Eu nunca entendi o desejo que muitas pessoas têm de dar um nome invulgar aos filhos. Ah e tal porque na turma da minha prima há 4 Marianas, 3 Matildes e 5 Carolinas. Sim senhora, é verdade. Concordo. Mas não é preciso ir para extremos. Chamar Papoila só porque é diferente traz-me muitas dúvidas. Esta é uma opinião pessoal, claro, que gosto de nomes simples. Preferia mil vezes chamar-me Matilde (não, não é um nome da minha eleição) a chamar-me Noah, por exemplo. É que depois, minha gente, depois do nome vem o malfadado apelido. E uma Matilde da Silva é mais composto que uma Noah da Silva. Ou uma Noah Ferreira. Noah Lopes. Há nomes que na língua de origem soam bem, são delicados e suaves, mas que na língua de Camões são verdadeiras lixas. É a pronúncia, o sotaque, o aportuguesamento inevitável. Não sei se já vos aconteceu não saber como pronunciar o nome (estrangeiro) de uma pessoa acabámos de conhecer. Se o dizemos na língua de origem com sotaque à altura soamos a pretensiosos, se o dizemos à moda portuguesa parecemos uns labregos.

Voltando ao meu amigo. Dizia ele que não concordava que houvesse restrição na atribuição de nomes às crianças. Se ele soubesse que algumas pessoas quiseram dar como primeiro presente ao seu rebento um destes lindos nomes acho que mudava de opinião.

Ovni,
Reboredo,
Pégui,
Roça,
Paleologo,
Sandokan,
Pisca,
Rihanna,
Piaget,
Satélite,
Sayonara

Fire


Pormenor da oficina do sr.AC: conseguimos finalmente encontrar o sítio certo para as bicicletas.

Fire


Pormenor da oficina do sr.AC: conseguimos finalmente encontrar o sítio certo para as bicicletas.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Acção

Elas não matam mas moem. Porém, e um pouco inspirada pelas palavras da Carmo (obrigada!) resolvi que o dia hoje tinha de ser mais positivo, que isto a vida são dois dias e eu ainda tenho muito que fazer. Vai daí lembrei-me de me fazer sócia do centro de acolhimento de animais cá da zona. Estas associações fazem um trabalho fantástico que eu teria dificuldade em fazer. Porque sou uma mariquinhas e ficava com pena dos cães e queria ficar com todos e depois...Já sabem como é. O meu coração é muito dramático e dado à comiseração no que diz respeito a amigos de 4 patas.
Por isso vou contribuir - pelo menos por agora, nunca se sabe se ganho coragem - da maneira que posso: pago uma mensalidade e vou comprando sacas de ração para doar.

Acção

Elas não matam mas moem. Porém, e um pouco inspirada pelas palavras da Carmo (obrigada!) resolvi que o dia hoje tinha de ser mais positivo, que isto a vida são dois dias e eu ainda tenho muito que fazer. Vai daí lembrei-me de me fazer sócia do centro de acolhimento de animais cá da zona. Estas associações fazem um trabalho fantástico que eu teria dificuldade em fazer. Porque sou uma mariquinhas e ficava com pena dos cães e queria ficar com todos e depois...Já sabem como é. O meu coração é muito dramático e dado à comiseração no que diz respeito a amigos de 4 patas.
Por isso vou contribuir - pelo menos por agora, nunca se sabe se ganho coragem - da maneira que posso: pago uma mensalidade e vou comprando sacas de ração para doar.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010

canhão

Já vos tinha dito que encontrámos no terreno lá de casa umas quantas balas de canhão? Ó pra elas tão bonitinhas!

canhão

Já vos tinha dito que encontrámos no terreno lá de casa umas quantas balas de canhão? Ó pra elas tão bonitinhas!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Muito esclarecedor


1 a 8 horas ou após 48 horas? Acho que nos ficamos pelos critérios científicos 'suja os dedos/não suja os dedos' 'cola/não cola'.

Muito esclarecedor


1 a 8 horas ou após 48 horas? Acho que nos ficamos pelos critérios científicos 'suja os dedos/não suja os dedos' 'cola/não cola'.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

According to MissAC

As meninas têm uma memória muuuuuuuuuuuuuuuuito melhor que os meninos.
E esperam até ao último minuto - aquele em modo sonâmbulo e rabugento - que se faça luz.

According to MissAC

As meninas têm uma memória muuuuuuuuuuuuuuuuito melhor que os meninos.
E esperam até ao último minuto - aquele em modo sonâmbulo e rabugento - que se faça luz.

Um bom exermplo

...daqueles e-mails de que eu falava no outro dia. Passo a transcrever:


Urgente

Diz a todos os contactos da tua lista que NÃO aceitem um video chamado
"Aneis Durex".
É um vírus que formata o teu computador e o dos teus contactos e além disso
te tira a contra-senha do Hotmail.
Cuidado!!! Se os teus contactos o aceitam, tu também serás agarrado.
Envia este mail URGENTEMENTE a todos eles, é uma mensagem muito importante.


Jorge Monteiro
(Inspector)
Área Técnica Profisional
Instituto superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
Quinta do Bom Sucesso, Barro - 2670 - 354 LOURES
Telf: 219844265 219844265 219844265 219844265 E-mail:
jorge.monteiro@pj.pt



Não sei do que gosto mais, se dos erros ortográficos se da linguagem 'tu cá tu lá' que o Jorge-Inspector usa, como por exemplo "tu também serás agarrado!". Será este o almejado serviço de proximidade? E a área "técnica profisional", só com um esse, designação que diz tudo e não diz nada?
Mas quem é que acredita nisto?

Um bom exermplo

...daqueles e-mails de que eu falava no outro dia. Passo a transcrever:


Urgente

Diz a todos os contactos da tua lista que NÃO aceitem um video chamado
"Aneis Durex".
É um vírus que formata o teu computador e o dos teus contactos e além disso
te tira a contra-senha do Hotmail.
Cuidado!!! Se os teus contactos o aceitam, tu também serás agarrado.
Envia este mail URGENTEMENTE a todos eles, é uma mensagem muito importante.


Jorge Monteiro
(Inspector)
Área Técnica Profisional
Instituto superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
Quinta do Bom Sucesso, Barro - 2670 - 354 LOURES
Telf: 219844265 219844265 219844265 219844265 E-mail:
jorge.monteiro@pj.pt



Não sei do que gosto mais, se dos erros ortográficos se da linguagem 'tu cá tu lá' que o Jorge-Inspector usa, como por exemplo "tu também serás agarrado!". Será este o almejado serviço de proximidade? E a área "técnica profisional", só com um esse, designação que diz tudo e não diz nada?
Mas quem é que acredita nisto?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Adeus chinelo


...que é o que acontece quando a nossa cadela fica tresloucada e com fúrias raivosas. E como não se arranjam chinelos assim do nada há que improvisar. E ir para a praia com o improviso, que o calor de domingo, mesmo às 6 da tarde, pedia um mergulho e não uma ida às compras.

Adeus chinelo


...que é o que acontece quando a nossa cadela fica tresloucada e com fúrias raivosas. E como não se arranjam chinelos assim do nada há que improvisar. E ir para a praia com o improviso, que o calor de domingo, mesmo às 6 da tarde, pedia um mergulho e não uma ida às compras.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Post de há 6 meses que hoje saiu da gaveta. Porque sim.

As idas e vindas são cada vez mais espaçadas no tempo, com propósitos bem definidos. A que outrora foi a minha casa é agora apenas a casa. É difícil entender, eu sei, mas sinto-me, verdadeiramente, como se fosse o capitão que abandona o navio. Logo eu que pouco olho para trás. Mas aquela casa, a casa que me recebeu desde os primeiros nascentes, faz parte de mim. Não é o sítio em si, que até afasta quem não vive estas minhas palavras. É a casa. São as paredes que guardam memórias. Boas e más. Guardam por exemplo os passos da avó Maria que não conheci, mas consigo imagina-la – a sério que consigo – a olhar pela janela a ver aquela cidade a crescer, os prédios a romper pelo céu azul. A avó das tranças enroladas num carrapito, do avental composto, que não sabia ler nem escrever e que ainda assim mostrou Lisboa à minha mãe, como quem explica que o nosso mundo não acaba no fundo da rua e que podemos ir mais além. As flores que tenho na varanda são dela. Mais de 30 anos depois ainda resistem. Gosto tanto delas. O meu avô Guilherme, filho da avó das tranças, quando nos vinha visitar passava os dias na varanda. Não sabia bem o que fazer. Afiava as facas da cozinha, limpava o que já estava limpo, fazia pequenos arranjos. Ele que estava habituado às hortas, aos campos e aos montados não sabia o que fazer com o tempo num quarto andar, numa gaveta de um prédio igual a tantos outros. Aquela casa guarda a imagem dele, naquela varanda, sentado num banquinho de madeira, cabelos negros, boina na cabeça, navalha no bolso. O meu avô Guilherme.
A casa tem o cheiro das mãos da minha mãe, tem cheiro de sábados de manhã a ver desenhos animados, a bolachas maria com manteiga e canecas de leite com café. Lembra-me dos jogos de Spectrum com o meu irmão, das naves espaciais construídas com molas da roupa. Do bolo de laranja da minha avó Delfina. Das noites debaixo da árvore de Natal. Dos tempos difíceis.
Aquela casa é isto tudo. Queria poder voltar. Não é suposto ser assim? Nós saímos de casa mas fica lá alguém para visitarmos. Não queria ser a última a fechar a porta. Queria voltar assim de vez em quando para abrir a porta da varanda e deixar entrar o sol da manhã. Queria dizer-lhe um dia que cresci ali, que estudei ali, que me tornei quem sou. Que ali o meu coração ficou amarfanhado e sem norte. Que voltou a bater tempos depois, naquele quarto, quando recebi uma mensagem só com o meu nome.
Num golpe de asa o capitão abandona o barco. Mas olha para trás… para numa última imagem, guardar toda uma vida.

Post de há 6 meses que hoje saiu da gaveta. Porque sim.

As idas e vindas são cada vez mais espaçadas no tempo, com propósitos bem definidos. A que outrora foi a minha casa é agora apenas a casa. É difícil entender, eu sei, mas sinto-me, verdadeiramente, como se fosse o capitão que abandona o navio. Logo eu que pouco olho para trás. Mas aquela casa, a casa que me recebeu desde os primeiros nascentes, faz parte de mim. Não é o sítio em si, que até afasta quem não vive estas minhas palavras. É a casa. São as paredes que guardam memórias. Boas e más. Guardam por exemplo os passos da avó Maria que não conheci, mas consigo imagina-la – a sério que consigo – a olhar pela janela a ver aquela cidade a crescer, os prédios a romper pelo céu azul. A avó das tranças enroladas num carrapito, do avental composto, que não sabia ler nem escrever e que ainda assim mostrou Lisboa à minha mãe, como quem explica que o nosso mundo não acaba no fundo da rua e que podemos ir mais além. As flores que tenho na varanda são dela. Mais de 30 anos depois ainda resistem. Gosto tanto delas. O meu avô Guilherme, filho da avó das tranças, quando nos vinha visitar passava os dias na varanda. Não sabia bem o que fazer. Afiava as facas da cozinha, limpava o que já estava limpo, fazia pequenos arranjos. Ele que estava habituado às hortas, aos campos e aos montados não sabia o que fazer com o tempo num quarto andar, numa gaveta de um prédio igual a tantos outros. Aquela casa guarda a imagem dele, naquela varanda, sentado num banquinho de madeira, cabelos negros, boina na cabeça, navalha no bolso. O meu avô Guilherme.
A casa tem o cheiro das mãos da minha mãe, tem cheiro de sábados de manhã a ver desenhos animados, a bolachas maria com manteiga e canecas de leite com café. Lembra-me dos jogos de Spectrum com o meu irmão, das naves espaciais construídas com molas da roupa. Do bolo de laranja da minha avó Delfina. Das noites debaixo da árvore de Natal. Dos tempos difíceis.
Aquela casa é isto tudo. Queria poder voltar. Não é suposto ser assim? Nós saímos de casa mas fica lá alguém para visitarmos. Não queria ser a última a fechar a porta. Queria voltar assim de vez em quando para abrir a porta da varanda e deixar entrar o sol da manhã. Queria dizer-lhe um dia que cresci ali, que estudei ali, que me tornei quem sou. Que ali o meu coração ficou amarfanhado e sem norte. Que voltou a bater tempos depois, naquele quarto, quando recebi uma mensagem só com o meu nome.
Num golpe de asa o capitão abandona o barco. Mas olha para trás… para numa última imagem, guardar toda uma vida.

1 ano de gordinhas!


A Dixie Biela Fedora Cinderela:
que come bichos de conta como se fossem smarties
que dá bufas letais
que já foi picada por um lacrau
que já roeu uma saqueta de veneno para ratazanas
que já comeu ervas envenenadas
que já fez cócós diabólicos nas escadas do meu prédio em Lx e me fez passar vergonha
que já fez cócó no meu local de trabalho
que já roeu pelo menos 4 pares de chinelos
que se pudesse comia até cair para o lado
que tem uma poupa loira muito estranha
que tem sempre as orelhas cheias de sarugas e praganas
que adora a sua bolinha
que arrota quando lhe pegamos ao colo
que ressona
que me acorda todos os dias antes das 7 da manhã para ir para a rua
que adora brincar na areia
que é um doce...


..faz hoje 1 ano!