segunda-feira, 12 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

#MARCHphotoaday Day 9 - Red

Nem de propósito. Hoje, durante a manhã, fui dar sangue, vermelhinho como se quer. O Instituto Português do Sangue organizou uma colheita na biblioteca municipal e eu aproveitei  para actualizar o meu cartão de dadora. Ainda tentei ter companhia mas só uma das minhas colegas de trabalho me quis acompanhar. Devo ter falado com 10-12 pessoas e quase todas têm medo de dar sangue. A ver se na próxima colheita arrasto o sr.AC.


E já que estava na biblioteca dei uma olhadela nas novidades e acabei por requisitar dois livros, um do Vladimir Nabokov  (cuja capa vermelha é bem feia...) e outro do Nick Cave (nem sabia que ele andava nestas lides).

quinta-feira, 8 de março de 2012

#MARCHphotoaday Day 8 - Window

Parece que é mas não é. Esta janela (de uma casa pela qual passo muitas vezes) lembra-me o que nos contaram na Escócia a propósito da existência de muitas janelas fechadas com tijolo (ou outro material). Ao que parece, houve em tempos um imposto sobre os imóveis que tinha como variável o número de janelas. Os proprietários, para não pagar muito imposto, fechavam as janelas que podiam e pintavam. Hoje em dia o imposto já não se calcula assim mas muitas janelas mantêm-se fechadas. Em Pitlochry uma dessas janelas chamou-nos à atenção.

quarta-feira, 7 de março de 2012

#MARCHphotoaday Day 7 - Something you wore

 Todos os dias quando vou levar ou buscar a Maria ao berçário, só posso entrar se usar protecções de calçado. É uma medida de higiene que permite que os bebés andem a gatinhar pelo chão em maior segurança.
E já agora, já deram uma espreitadela à lua hoje? Promete!

À falta de melhor, um post sobre sardinhas

Apesar de ser boa boca, sou uma pessoa de descobertas tardias. Por exemplo, descobri o presunto quando já contava mais de 25 primaveras. A mostarda deve ter sido com 27. Não que eu seja daquelas pessoas que não gosta de experimentar coisas novas mas nunca calhou. Hoje prefiro a bela da sande de presunto à de fiambre e na Portugália prefiro o molho de mostarda ao molho da casa. Isto tudo para dizer que no último mês fiz outra descoberta: a sardinha em lata. Nunca tinha provado e nunca me tinha passado pela cabeça comprar para experimentar. Só que deram-me umas latinhas de petinga de Matosinhos e eu ia caindo para o lado de tão bom que aquilo é. Para quem gosta de sardinhas recomendo vivamente.

terça-feira, 6 de março de 2012

9

E já passaram nove meses desde que nasceu, tantos quantos esteve dentro de mim. Nasceu há nove meses, a chorar, de pulmão aberto. Nove meses depois já chora por mim, sente a minha falta, estende as mãos e braços, chama-me com o olhar, entrega-me os sorrisos mais doces e as gargalhadas mais bonitas. Dá-me, todos os dias, pequenos nadas que afinal são tudo e me dão a possibilidade de encher o coração com um amor diferente, um amor alegre, leve, livre, doce que não cabe nestas palavras e que eu até tinha medo de não saber sentir.
Há nove meses que sou mãe. Mãe.

#MARCHphotoaday Day - 5pm

A fotografia possível porque estava a conduzir e tive de encostar na berma. A caminho de casa, o Monte dos Vendavais.

segunda-feira, 5 de março de 2012

#MARCHphotoaday Day 5 - A smile

É antiga, claro, mas o sorriso, o melhor deles, está lá.

azul





Ontem fomos à praia e lá estavam os senhores do parapente. Um deles passou mesmo por cima de nós e a asa parecia uma prancha a ziguezaguear no céu  azul. Já tive um voo marcado mas que foi cancelado por causa do mau tempo, e depois, sinceramente, não pensei mais no assunto. Ontem voltei a achar que deve ser uma experiência muito gira. 

[e a lente da máquina continua  suja...]

domingo, 4 de março de 2012

#MARCHphotoaday Day 4 - Bedside

Vermelha, simples, barata, do IKEA. Já foi minha mas com a vinda da nossa Maria mudei para o outro lado da cama, mais perto do berço. Em cima está o candeeiro, uma fotografia minha com o meu sobrinho, uma palmatória com uma vela comprada em Edimburgo. Em baixo os livros que andam a ser lidos.

sexta-feira, 2 de março de 2012

#MARCHphotoaday Day 2 - fruit

Promessa de. Neste caso, ameixas.
A ameixeira (bem como o pessegueiro) que temos no nosso terreno-que-um-dia-será-jardim foi comprada numa feira local. Ainda não é este ano que vai dar fruto mas nós somos pacientes.

quinta-feira, 1 de março de 2012

#MARCHphotoaday Day 1 - Up

Elevador do trabalho. Quando era miúda tinha medo de andar de elevador graças a muitos mitos urbanos passados de boca em boca na escola.

Doutores - A saga

No(s)  meu(s)  trabalho(s) sempre tive o azar de lidar com doutores. Quando falo em doutores são aquelas pessoas que 'exigem' ser tratadas como tal, que entre colegas assinam e-mails com Dr. antes. Já apanhei de tudo: pessoas que antes do nome escrevem 'licenciado',  muitos 'dr.', vários 'mestres' e de há uns tempos para cá alguns 'doutores' ou 'professores doutores'.
Ainda hoje recebi um e-mail a convocar uma reunião que versava assim "Em nome da Exma. Senhora Directora do XXXXX de XXXX, Exma. Professora Doutora Maria de Vasconcelos e Coiso e Tal, convoco uma reunião de XXX para o dia 9 de Março.". A isto chama-se - e desculpem a expressão - cagança. É o país que temos, em que pessoas se agarram a títulos académicos como se assinar apenas com o nome que ganharam à nascença fosse sinónimo de incompetência e vergonha.  São pequenos poderes com que tanta gente se rejubila e que servem para (tentar) mostrar que são mais que os outros. Em meios pequenos esta tendência tende a agudizar.
Tive uma professora que contava uma história curiosa: queria participar num congresso internacional em outro país e entregou a documentação necessária para a inscrição no secretariado da faculdade. Quando chegou ao congresso foi levantar o cartão de acesso e reparou que em vez do seu nome - imaginem Joana Matos - aparecia Dra Matos, como se o Dra (sem ponto de abreviatura) fosse o nome próprio. E as pessoas passaram o congresso a abordarem-na assim, não como 'doutora' mas mesmo como 'dera', apenas porque no formulário alguém (em Portugal )  preencheu o espaço para  o nome com "Dra Joana Matos". Era a única.
Eu acho bem que haja cada vez mais licenciados, mestres, doutorados. A progressão académica está muito mais acessível e ainda bem. Só gostava que, em vez de títulos, algumas pessoas mostrassem trabalho.

Mais uma bicicleta feita pelo sr.AC


Gosto muito!