sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Antes e durante #2

Continuando no jogo das "diferenças" aqui temos um belo exemplo de como a reconstrução foi (e está a ser) profunda. Na primeira foto vemos a porta original que ligava a cozinha(actual sala) ao lagar (actual cozinha). Era uma porta minúscula que mal se abria. O lagar como já foi aqui falado estava completamente degradado. O telhado tinha desabado, o chão era de terra batida, havia imenso lixo espalhado e uma hera malvada que "amarinhava" por cima das paredes e das cartolas de vinho. Entretanto optámos por não colocar porta a ligar as 2 divisões para tornar o espaço - que não é muito grande - menos fechado. Na última foto o chão ainda não estava fechado mas na quarta e na quinta feira foi todo cimentado.

Antes e durante #2

Continuando no jogo das "diferenças" aqui temos um belo exemplo de como a reconstrução foi (e está a ser) profunda. Na primeira foto vemos a porta original que ligava a cozinha(actual sala) ao lagar (actual cozinha). Era uma porta minúscula que mal se abria. O lagar como já foi aqui falado estava completamente degradado. O telhado tinha desabado, o chão era de terra batida, havia imenso lixo espalhado e uma hera malvada que "amarinhava" por cima das paredes e das cartolas de vinho. Entretanto optámos por não colocar porta a ligar as 2 divisões para tornar o espaço - que não é muito grande - menos fechado. Na última foto o chão ainda não estava fechado mas na quarta e na quinta feira foi todo cimentado.

Sr. IKEA

Ontem foi dia de compras no IKEA com direito a encontrar, por acaso, uma pessoa especial.
Ah, e a uma tarte princesa também!!

Sr. IKEA

Ontem foi dia de compras no IKEA com direito a encontrar, por acaso, uma pessoa especial.
Ah, e a uma tarte princesa também!!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Antes e durante

Temos uma parede "antes"...
...e temos uma parede "durante"! Agora falta o "depois". Isto só para nos lembrar que tudo (ou quase tudo) é possível... ;)

Antes e durante

Temos uma parede "antes"...
...e temos uma parede "durante"! Agora falta o "depois". Isto só para nos lembrar que tudo (ou quase tudo) é possível... ;)

Vida e Fortuna

Hoje não vou andar por aqui e por isso deixei 2 posts agendados.
A foto do dia é a que retrata esta garrafinha de refrigerante catita que encontrei junto a uma casa velha lá da rua. Estava debaixo de uma figueira, meio enterrada. Ainda não a limpámos mas acho que lhe vou dar utilidade na nossa futura cozinha. Para guardar o licor de amora que planeio fazer, por exemplo.

Vida e Fortuna

Hoje não vou andar por aqui e por isso deixei 2 posts agendados.
A foto do dia é a que retrata esta garrafinha de refrigerante catita que encontrei junto a uma casa velha lá da rua. Estava debaixo de uma figueira, meio enterrada. Ainda não a limpámos mas acho que lhe vou dar utilidade na nossa futura cozinha. Para guardar o licor de amora que planeio fazer, por exemplo.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Morde leve, levemente, como quem chama por mim..

A nossa canzinha anda aflita dos dentes. Coitadita nem consegue morder os chinelos de forma digna e airosa. Não consegue fazer juz à sua condição canídea. Mas em breve terá uma dentadura completa que promete muitos estragos...

Morde leve, levemente, como quem chama por mim..

A nossa canzinha anda aflita dos dentes. Coitadita nem consegue morder os chinelos de forma digna e airosa. Não consegue fazer juz à sua condição canídea. Mas em breve terá uma dentadura completa que promete muitos estragos...

Lareira e remendos

Há uns tempos atrás tivemos um problema na lareira. O "pescoço de cavalo" estava no sítio errado. Falámos com o pedreiro que resolveu a questão colocando outro "pescoço de cavalo" no sítio onde deveria estar desde o início. Ficámos na situação bizarra de ter 2 "pescoços de cavalo". Como não queriamos de maneira nenhuma a lareira assim os pedreiros voltaram a abrir a lareira para retirar o primeiro. O problema foi que os senhores fizeram um remendo muito aldrabado no pano da chaminé. Usaram areia grossa ao invés do tipo de areia utilizada no resto do reboco...
Para que não fosse notória a diferença - e também porque o pedreiro e servente já não fazem mais nada lá em casa - optámos por partir o remendo que eles fizeram e fechar o pano da chaminé como deve ser. Na foto o sr. AC está a fazer precisamente isso. Abriu o remendo antigo, colocou com o apoio de um arame uma madeira que serve de suporte e começou a rebocar.

Na foto também podem ver o novo cantante lá de casa, um rádio azul que vai fazendo companhia ao meu pai. Pena mesmo é só apanhar uma estação... :)

Lareira e remendos

Há uns tempos atrás tivemos um problema na lareira. O "pescoço de cavalo" estava no sítio errado. Falámos com o pedreiro que resolveu a questão colocando outro "pescoço de cavalo" no sítio onde deveria estar desde o início. Ficámos na situação bizarra de ter 2 "pescoços de cavalo". Como não queriamos de maneira nenhuma a lareira assim os pedreiros voltaram a abrir a lareira para retirar o primeiro. O problema foi que os senhores fizeram um remendo muito aldrabado no pano da chaminé. Usaram areia grossa ao invés do tipo de areia utilizada no resto do reboco...
Para que não fosse notória a diferença - e também porque o pedreiro e servente já não fazem mais nada lá em casa - optámos por partir o remendo que eles fizeram e fechar o pano da chaminé como deve ser. Na foto o sr. AC está a fazer precisamente isso. Abriu o remendo antigo, colocou com o apoio de um arame uma madeira que serve de suporte e começou a rebocar.

Na foto também podem ver o novo cantante lá de casa, um rádio azul que vai fazendo companhia ao meu pai. Pena mesmo é só apanhar uma estação... :)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Poleias

Não tivesse ele feito anos ontem e a coisa seria mais grave. Cadé a minha máquina com as fotos do fim de semana??!
Bom, fui ao baú das fotos para ver se encontrava qualquer coisa minimamente interessante para colocar aqui. Encontrei uma pequena sequência fotográfica que retratava a carga de trabalhos que foi tirar uma simples estante de uma das paredes. Aparentemente era uma estante normal para televisão pois tinha um cabo de antena ao pé. Tirámos a prancha de madeira e ficaram as poleias. E aí começou a luta. Pé de cabra para cá, martelo e escopro para lá e as desgraçadas não mexiam. Nada, nikles. Começámos a descascar a parede e vimos que as poleias estavam chumbadas à parede com cimento bem forte. E continuámos a partir parede. Mais um bocadinho. Mais outro bocado. Queres ver que a parede cai? Puxa. Faz força! Qual criança que nasce a ferros as desgraçadas das poleias saíram em bloco com o bonito peso de qualquer coisa como uns 15 quilos. Com aquele cimento os antigos proprietários asseguraram que as paredes podiam abanar, o telhado cair, mas de certeza que a senhora televisão ficava na sua manjedoura, impávida e segura. Nós...ficámos com grande buraco na parede.

Poleias

Não tivesse ele feito anos ontem e a coisa seria mais grave. Cadé a minha máquina com as fotos do fim de semana??!
Bom, fui ao baú das fotos para ver se encontrava qualquer coisa minimamente interessante para colocar aqui. Encontrei uma pequena sequência fotográfica que retratava a carga de trabalhos que foi tirar uma simples estante de uma das paredes. Aparentemente era uma estante normal para televisão pois tinha um cabo de antena ao pé. Tirámos a prancha de madeira e ficaram as poleias. E aí começou a luta. Pé de cabra para cá, martelo e escopro para lá e as desgraçadas não mexiam. Nada, nikles. Começámos a descascar a parede e vimos que as poleias estavam chumbadas à parede com cimento bem forte. E continuámos a partir parede. Mais um bocadinho. Mais outro bocado. Queres ver que a parede cai? Puxa. Faz força! Qual criança que nasce a ferros as desgraçadas das poleias saíram em bloco com o bonito peso de qualquer coisa como uns 15 quilos. Com aquele cimento os antigos proprietários asseguraram que as paredes podiam abanar, o telhado cair, mas de certeza que a senhora televisão ficava na sua manjedoura, impávida e segura. Nós...ficámos com grande buraco na parede.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

mnemotécnica

A memória é um vício. Geralmente as memórias olfactivas são as memórias com maior interferência proactiva. Sentimos determinado odor e o acontecimento associado surge de forma automática. Às vezes para sempre. Felizmente para sempre.
A minha memória (e desculpem lá a falta de cientificidade destes meus apontamentos) é do tipo associativo. Esqueço-me de nomes, de coisas que li, de filmes que vi e até de coisas que já fiz com uma rapidez fulminante dando azo a situações pouco simpáticas. Mas basta lembrar-me de um pequeno pormenor que um chorrilho de recordações aparece.
Pois então ontem dei por mim aqui (já sem os sacos de cimento e com mais reboco): A lembrar-me que já tinha sido assim:
E lembrei-me das garrafas, das gavetas, da prateleira do armário que teimou em sair, das pedras por debaixo da bancada, da grelha enferrujada do passe-vite, dos pedaços de jornal e ervas secas a servir de ninho para visitantes indesejados, a pia sem acesso a água corrente, o cheiro a amónia, as paredes que denunciavam o sítio onde eram cozinhadas as refeições, a madeira enegrecida na boca da chaminé. E mais, muito mais...