segunda-feira, 5 de abril de 2010

A modos que foi assim...




Na sexta-feira aproveitámos o feriado para dar um passeio, daqueles que desentorpecem o corpo e a alma. Fomos até ao fim da nossa rua - que não tem saída - e metemo-nos pelo campo fora. Andámos, andámos e andámos. Passámos pelo vale, descemos até ao pinhal e fomos encontrar um campo amarelo de tremocilha (digo eu que é tremocilha, não faço ideia) que tinha um cheiro maravilhoso. Ao longe já viamos o mar. Andámos mais e fomos ver a pequena praia aninhada entre as rochas. Nas lajes um pescador solitário desafiava o mar aparentemente calmo. Duas horas depois foi hora de voltar.

A modos que foi assim...




Na sexta-feira aproveitámos o feriado para dar um passeio, daqueles que desentorpecem o corpo e a alma. Fomos até ao fim da nossa rua - que não tem saída - e metemo-nos pelo campo fora. Andámos, andámos e andámos. Passámos pelo vale, descemos até ao pinhal e fomos encontrar um campo amarelo de tremocilha (digo eu que é tremocilha, não faço ideia) que tinha um cheiro maravilhoso. Ao longe já viamos o mar. Andámos mais e fomos ver a pequena praia aninhada entre as rochas. Nas lajes um pescador solitário desafiava o mar aparentemente calmo. Duas horas depois foi hora de voltar.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A todos...

uma boa tolerância de ponto!!! Vá, e uma boa Páscoa e tal e tal.
Ide e voltai que eu 2ª feira devo andar por aqui.

A todos...

uma boa tolerância de ponto!!! Vá, e uma boa Páscoa e tal e tal.
Ide e voltai que eu 2ª feira devo andar por aqui.

terça-feira, 30 de março de 2010

catrabucha


Para limpar a pedra que temos a "espreitar" por cima do lava-louças usámos um líquido meio ácido para limpar os restos de tinta e cimento. Mas não funcionou. Aliás, até experimentámos 2 marcas diferentes e nada. Tivémos de recorrer à famosa catrabucha, uma escova de arame para a rebarbadora ou berbequim, e os resultados foram bastante bons. Deu alguma luta mas a maior parte da tinta e da massa foram à vida. Agora temos de refazer o contorno da pedra e aplicar o verniz mate.

catrabucha


Para limpar a pedra que temos a "espreitar" por cima do lava-louças usámos um líquido meio ácido para limpar os restos de tinta e cimento. Mas não funcionou. Aliás, até experimentámos 2 marcas diferentes e nada. Tivémos de recorrer à famosa catrabucha, uma escova de arame para a rebarbadora ou berbequim, e os resultados foram bastante bons. Deu alguma luta mas a maior parte da tinta e da massa foram à vida. Agora temos de refazer o contorno da pedra e aplicar o verniz mate.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sonos

Fim de semana cheio de trabalho para não variar... Eu andei de volta dos azulejos da casa-de-banho e o sr. AC e o meu pai de volta da oficina/garagem. Já o mestre carpinteiro esteve a arranjar os armários da cozinha.
Isto até não seria muito mau se não andássemos cansados e com falta de energia...
Domingo à noite, depois de arrumar uma casa caótica, já não nos aguentámos a ver televisão no nosso sofá (que é como quem diz as duas cadeiras de praia que o meu pai nos emprestou) e foi isto que se viu..

Sonos

Fim de semana cheio de trabalho para não variar... Eu andei de volta dos azulejos da casa-de-banho e o sr. AC e o meu pai de volta da oficina/garagem. Já o mestre carpinteiro esteve a arranjar os armários da cozinha.
Isto até não seria muito mau se não andássemos cansados e com falta de energia...
Domingo à noite, depois de arrumar uma casa caótica, já não nos aguentámos a ver televisão no nosso sofá (que é como quem diz as duas cadeiras de praia que o meu pai nos emprestou) e foi isto que se viu..

sexta-feira, 26 de março de 2010

Vizinhos

Sempre gostámos de fazer passeios pela zona, ir às piscinas naturais e terminar a tarde com um petisco no café do sr. F. e da Menina C., o mais próximo da Alegre Casinha.
Ao princípio o Sr. F não nos passava muito cartão. Era simpático e cordial sim senhora, mas não dava muita confiança. Por sua vez a Menina C. queria era conversa e descobrir quem nós éramos e o que faziamos por aquelas bandas. Foi através dela que descobrimos que o sr. F. gostava de pescar. A partir daí o sr. Alegre Casinha - também conhecido no meio familiar por Robalão porque já viu um robalo deeeeeeeeeeeeeeeeeeste tamanho - não parou de o chatear com perguntas sobre sargos e sítios bons para pescar, atirando para o ar perguntas armadilhadas para ver se o apanhava. Nada, nickes. Ele não se descosia, não dizia nem que sim nem que não, dava respostas dúbias. Afinal de contas o segredo é a alma do negócio.
Mas o sr. AC tanto insistiu que, pouco a pouco, bem devagarinho, o senhor F. lá foi baixando a guarda, explicando, por meias palavras e entrelinhas, que pesqueiros que costuma frequentar. Um dia destes ainda surge um convite...

Vizinhos

Sempre gostámos de fazer passeios pela zona, ir às piscinas naturais e terminar a tarde com um petisco no café do sr. F. e da Menina C., o mais próximo da Alegre Casinha.
Ao princípio o Sr. F não nos passava muito cartão. Era simpático e cordial sim senhora, mas não dava muita confiança. Por sua vez a Menina C. queria era conversa e descobrir quem nós éramos e o que faziamos por aquelas bandas. Foi através dela que descobrimos que o sr. F. gostava de pescar. A partir daí o sr. Alegre Casinha - também conhecido no meio familiar por Robalão porque já viu um robalo deeeeeeeeeeeeeeeeeeste tamanho - não parou de o chatear com perguntas sobre sargos e sítios bons para pescar, atirando para o ar perguntas armadilhadas para ver se o apanhava. Nada, nickes. Ele não se descosia, não dizia nem que sim nem que não, dava respostas dúbias. Afinal de contas o segredo é a alma do negócio.
Mas o sr. AC tanto insistiu que, pouco a pouco, bem devagarinho, o senhor F. lá foi baixando a guarda, explicando, por meias palavras e entrelinhas, que pesqueiros que costuma frequentar. Um dia destes ainda surge um convite...

quarta-feira, 24 de março de 2010

Horto

Ontem fomos ao Horto aqui da zona para procurar uma solução para a chaparronga verde do vizinho. A irmã de um amigo falou-nos na Eugenia, uma espécie de arbusto muito resistente. O problema da Eugenia - que até é bem bonita - é o preço. Cada pé com meio metro de altura custa cerca de 9,5€. Ora nós temos 17m para preencher com um pé a cada meio metro. Ficava muito caro para o nosso bolso pequenino. Entretanto o senhor do Horto sugeriu-nos um outro arbusto. Não fixei o nome (está nas placas dos vasos, amanhã já digo qual é) mas faz lembrar os cipestres. Parece que cresce rapidamente e também não precisa de grandes cuidados e o preço é bem mais interessante: 3€ por cada pé com cerca de um metro. Quando chegámos a casa o Sr. AC não resistiu e lá foi plantar os arbustos. Agora é esperar que eles cresçam fortes e rijos e cumpram a sua missão de camuflar aquilo que a gente cá sabe.

Horto

Ontem fomos ao Horto aqui da zona para procurar uma solução para a chaparronga verde do vizinho. A irmã de um amigo falou-nos na Eugenia, uma espécie de arbusto muito resistente. O problema da Eugenia - que até é bem bonita - é o preço. Cada pé com meio metro de altura custa cerca de 9,5€. Ora nós temos 17m para preencher com um pé a cada meio metro. Ficava muito caro para o nosso bolso pequenino. Entretanto o senhor do Horto sugeriu-nos um outro arbusto. Não fixei o nome (está nas placas dos vasos, amanhã já digo qual é) mas faz lembrar os cipestres. Parece que cresce rapidamente e também não precisa de grandes cuidados e o preço é bem mais interessante: 3€ por cada pé com cerca de um metro. Quando chegámos a casa o Sr. AC não resistiu e lá foi plantar os arbustos. Agora é esperar que eles cresçam fortes e rijos e cumpram a sua missão de camuflar aquilo que a gente cá sabe.

terça-feira, 23 de março de 2010

Algures aqui

Algures aqui, entre o meu dedo auto-fotografado no canto inferior esquerdo e a abandalhação total do nosso terreno mais a chaparrona horrível do vizinho que vocês já conhecem, vai nascer a oficina/garagem do sr. AC. Para ele martelar, soldar, cortar, pregar, lixar, aparafusar e dar azo à imaginação.

Algures aqui

Algures aqui, entre o meu dedo auto-fotografado no canto inferior esquerdo e a abandalhação total do nosso terreno mais a chaparrona horrível do vizinho que vocês já conhecem, vai nascer a oficina/garagem do sr. AC. Para ele martelar, soldar, cortar, pregar, lixar, aparafusar e dar azo à imaginação.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Eu queria arranjar um título mais apelativo para este post mas vai ter mesmo de ser "Bolor e humidades"


Devido há inexistência de janelas durante uma parte do inverno e com as chuvadas dos últimos tempos algumas paredes do quarto da AC começaram a ficar com uns pontinhos de bolor. Experimentei um truque que encontrei via google: um pulverizador com uma parte de líxivia (usei daquela que não salpica) e outra parte de água. Uns borrifos e ao fim de meia hora a humidade tinha desaparecido. Não foi preciso esfregar ou pintar de novo. Bem bom.