quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Dificuldades

Se eu tivesse de escolher um momento particularmente difícil nas obras lá de casa acho que me inclinava para este:

Neste fase andávamos nós de escopro e maceta na mão a picar paredes, cheios de pó até às amígdalas. Sei lá eu quantos baldes de entulho nós carregámos...Quando tivemos acesso a electricidade começámos a usar o maravilhoso martelo eléctrico que deu uma precisosa ajuda bem como uma incrível dor nos braços. Depois de picar tudo e mais alguma coisa, tirar tudo o que era reboco solto, tivémos de encontrar ânimo aqui:

E aqui...E ainda aqui.

Ai as alegrias do optimismo e da imaginação...:)

Dificuldades

Se eu tivesse de escolher um momento particularmente difícil nas obras lá de casa acho que me inclinava para este:

Neste fase andávamos nós de escopro e maceta na mão a picar paredes, cheios de pó até às amígdalas. Sei lá eu quantos baldes de entulho nós carregámos...Quando tivemos acesso a electricidade começámos a usar o maravilhoso martelo eléctrico que deu uma precisosa ajuda bem como uma incrível dor nos braços. Depois de picar tudo e mais alguma coisa, tirar tudo o que era reboco solto, tivémos de encontrar ânimo aqui:

E aqui...E ainda aqui.

Ai as alegrias do optimismo e da imaginação...:)

Galochas

Dito e feito e já cá cantam umas galochas! Ok, ok, não são umas galochas fashion ou umas nostálgicas "sapo" mas vão ser muito úteis. Pelo preço de saldos e pela urgência de não estragar mais calçado também não se podia pedir muito mais.
Mudando de assunto, sugeriu o R. no último post e muito bem que se fizesse um jantar inagural da AC com os leitores aqui do estaminé. Felizmente conhecemos (e bem) toda a gente que visita o blogue por isso a coisa até tem pernas para andar e como somos poucos cabemos todos lá em casa. Mais para a frente combinamos, boa?

Galochas

Dito e feito e já cá cantam umas galochas! Ok, ok, não são umas galochas fashion ou umas nostálgicas "sapo" mas vão ser muito úteis. Pelo preço de saldos e pela urgência de não estragar mais calçado também não se podia pedir muito mais.
Mudando de assunto, sugeriu o R. no último post e muito bem que se fizesse um jantar inagural da AC com os leitores aqui do estaminé. Felizmente conhecemos (e bem) toda a gente que visita o blogue por isso a coisa até tem pernas para andar e como somos poucos cabemos todos lá em casa. Mais para a frente combinamos, boa?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Lama

São Pedro:

Já percebemos onde queres chegar. Estamos no Inverno e tal e tal, chuva pois sim, frio idem idem, neve talvez. Agora...Dá para fazer uma pausazinha? Chuva dia sim dia não? Humm?
Bom, com as chuvas dos últimos dias o terreno da AC está um verdadeiro lamaçal. É tanta a lama que a caravana do meu pai ficou atolada na segunda-feira. Pedras e pranchas de madeira por baixo dos pneus e nada. Eixo no chão e já nao havia nada a fazer. Chamou-se a assistência em viagem e ao fim do dia o reboque lá conseguiu tirar a carripana, agora estacionada no terreno da vizinha. Ontem metemos pedras, pedrinhas e pedregulhos no sítio que mais parecia um curral de porcos e comprámos uma carrada de brita e areia para acamar. Lá foi a camioneta do G. descarregar o material e...ficou atolada também!!! Mesmo com as pedras o terreno está tão ensopado que cede facilmente. E pronto, foi preciso ir lá um camião puxar a dita camioneta.
Agora temos de encher aquilo com mais pedras e talvez mais brita. Antes disso vou comprar umas destas que me fazem muita falta:

Lama

São Pedro:

Já percebemos onde queres chegar. Estamos no Inverno e tal e tal, chuva pois sim, frio idem idem, neve talvez. Agora...Dá para fazer uma pausazinha? Chuva dia sim dia não? Humm?
Bom, com as chuvas dos últimos dias o terreno da AC está um verdadeiro lamaçal. É tanta a lama que a caravana do meu pai ficou atolada na segunda-feira. Pedras e pranchas de madeira por baixo dos pneus e nada. Eixo no chão e já nao havia nada a fazer. Chamou-se a assistência em viagem e ao fim do dia o reboque lá conseguiu tirar a carripana, agora estacionada no terreno da vizinha. Ontem metemos pedras, pedrinhas e pedregulhos no sítio que mais parecia um curral de porcos e comprámos uma carrada de brita e areia para acamar. Lá foi a camioneta do G. descarregar o material e...ficou atolada também!!! Mesmo com as pedras o terreno está tão ensopado que cede facilmente. E pronto, foi preciso ir lá um camião puxar a dita camioneta.
Agora temos de encher aquilo com mais pedras e talvez mais brita. Antes disso vou comprar umas destas que me fazem muita falta:

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Fungágá da bicharada

Novo ano, bicho novo lá pelas imediações da casa. Uma cobra a dormitar na nossa montanha de pedras, uma salamandra gorda a reluzir sob a luz da lua e ainda um bicho localmente conhecido por...tcharan.....cú de galinha! Palavrinha pouco simpática eu sei mas é mesmo assim que lhe chamam. Eu já tinha visto uns bichos parecidos aquando de um belo acampamento de escoteiros em Tomar, há uns 13 anos atrás, numa terra chamada Montes. No meio da madeira molhada e em decomposição lá estavam eles a ruminar madeira velha. Não sei se são do mesmo tipo mas são mesmo muito parecidos. E deve ser a "época" deles porque já apareceram uns quantos. Os das fotos até não são muito grandes, mas diz o sr. AC que viu um que tinha o dobro do tamanho.

Fungágá da bicharada

Novo ano, bicho novo lá pelas imediações da casa. Uma cobra a dormitar na nossa montanha de pedras, uma salamandra gorda a reluzir sob a luz da lua e ainda um bicho localmente conhecido por...tcharan.....cú de galinha! Palavrinha pouco simpática eu sei mas é mesmo assim que lhe chamam. Eu já tinha visto uns bichos parecidos aquando de um belo acampamento de escoteiros em Tomar, há uns 13 anos atrás, numa terra chamada Montes. No meio da madeira molhada e em decomposição lá estavam eles a ruminar madeira velha. Não sei se são do mesmo tipo mas são mesmo muito parecidos. E deve ser a "época" deles porque já apareceram uns quantos. Os das fotos até não são muito grandes, mas diz o sr. AC que viu um que tinha o dobro do tamanho.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Off we go!

E eis-nos num novo ano!
2010 começou da melhor maneira porque, porque,porque,porque,porque...estreámos a Alegre Casinha! Yeahhhh! ;) Passámos lá a primeira noite, já no nosso quarto, numa cama improvisada. Um colchão de um sofá-cama, duas almofadas e edredões (não gosto nada desta palavra!), uma cadeira de campismo para por as nossas coisas em cima. Mais nada. O jantar de fim de ano passou-se à beira da mesa de apoio à obra, devidamente limpa das ferramentas do mestre carpinteiro e da serradura que a envolvia. Alguns petiscos em cima da mesa, vinho a acompanhar e a lareira acesa. Só não assámos os chouriços e as castanhas porque não houve barriga para mais. Quando faltavam 5 minutos para a meia-noite fomos para o pé do mar. Brindámos com licor caseiro como fizemos da primeira vez. Vimos o fogo de artifício em 5 ou 6 sítios diferentes. Depois regressámos e foi hora de dormir o soninho dos justos. Uma maravilha! O acordar foi diferente dos outros fins de semanas já que não acordámos às 7h15 nem fizemos os 60 km do costume. E o silêncio? Hummmmm!

Depois do café tomado foi tempo de trabalhar. Ordem de trabalhos: acabar as janelas, construir o portão da rua, colocar a porta principal, pintar de azul algumas madeiras em falta.
As janelas ficaram prontas, já com os vidros colocados. Só fica a faltar uma das janelas da cozinha porque as ferragens ainda não chegaram. O portão foi feito com barras de ferro compradas à medida. Soldou-se de um lado, soldou-se do outro, criou-se um suporte para a fechadura, PecFix para proteger a solda, abriram-se rasgos no pilar para soldar as dobradiças. Agora falta comprar os tronquinhos, cortar em metades e fixá-las à estrutura de ferro. Feito deste modo o portão fica mais barato do que se fosse encomendado a um serralheiro e até foi bastante rápido.

A porta principal também está pronta com fechadura e tudo. Um conselho: quando comprarem uma fechadura certifiquem-se que é adaptável à espessura da porta. A nós não nos passou pela cabeça tal questão e se não fosse o mestre carpinteiro a contornar o problema (abriu com uma broca craniana um buraco mais profundo na madeira) tínhamos de arranjar outra fechadura. Na foto, a grade que protege o postigo ainda não estava pintada mas entretanto o sr.AC já tratou do assunto.

Já agora e porque nunca é demais: BOM ANO para todos!

Off we go!

E eis-nos num novo ano!
2010 começou da melhor maneira porque, porque,porque,porque,porque...estreámos a Alegre Casinha! Yeahhhh! ;) Passámos lá a primeira noite, já no nosso quarto, numa cama improvisada. Um colchão de um sofá-cama, duas almofadas e edredões (não gosto nada desta palavra!), uma cadeira de campismo para por as nossas coisas em cima. Mais nada. O jantar de fim de ano passou-se à beira da mesa de apoio à obra, devidamente limpa das ferramentas do mestre carpinteiro e da serradura que a envolvia. Alguns petiscos em cima da mesa, vinho a acompanhar e a lareira acesa. Só não assámos os chouriços e as castanhas porque não houve barriga para mais. Quando faltavam 5 minutos para a meia-noite fomos para o pé do mar. Brindámos com licor caseiro como fizemos da primeira vez. Vimos o fogo de artifício em 5 ou 6 sítios diferentes. Depois regressámos e foi hora de dormir o soninho dos justos. Uma maravilha! O acordar foi diferente dos outros fins de semanas já que não acordámos às 7h15 nem fizemos os 60 km do costume. E o silêncio? Hummmmm!

Depois do café tomado foi tempo de trabalhar. Ordem de trabalhos: acabar as janelas, construir o portão da rua, colocar a porta principal, pintar de azul algumas madeiras em falta.
As janelas ficaram prontas, já com os vidros colocados. Só fica a faltar uma das janelas da cozinha porque as ferragens ainda não chegaram. O portão foi feito com barras de ferro compradas à medida. Soldou-se de um lado, soldou-se do outro, criou-se um suporte para a fechadura, PecFix para proteger a solda, abriram-se rasgos no pilar para soldar as dobradiças. Agora falta comprar os tronquinhos, cortar em metades e fixá-las à estrutura de ferro. Feito deste modo o portão fica mais barato do que se fosse encomendado a um serralheiro e até foi bastante rápido.

A porta principal também está pronta com fechadura e tudo. Um conselho: quando comprarem uma fechadura certifiquem-se que é adaptável à espessura da porta. A nós não nos passou pela cabeça tal questão e se não fosse o mestre carpinteiro a contornar o problema (abriu com uma broca craniana um buraco mais profundo na madeira) tínhamos de arranjar outra fechadura. Na foto, a grade que protege o postigo ainda não estava pintada mas entretanto o sr.AC já tratou do assunto.

Já agora e porque nunca é demais: BOM ANO para todos!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Uma Aventura na Alegre Casinha - 2009


Estamos a chegar ao fim de 2009. E que ano este…
2009 vai ser um daqueles anos que ficam na memória e servem de referência para nos situarmos no tempo que já lá vai, como por exemplo o longínquo ano de 1985, ano em que entrei para a escola. Eu e a minha lancheira cor-de-rosa. Ou o de 1987, ano em que apanhei piolhos na escola porque quando tirámos a fotografia de turma (e uma foto a solo com um cenário tipo Heidi atrás) a assistente do fotógrafo penteou todos os miúdos com o mesmo pente. Todos os que estavam na fila atrás da Marília não se safaram. Eu estava mesmo atrás da Marília.
Há também o tempo “antes-do-ISCTE” (1998) e o tempo “depois-do-ISCTE”. E o tempo “antes-do-Alentejo”(2001) e o “depois-do-Alentejo”. E a lista poderia continuar por aí fora.
Portanto, imagino que em algumas conversas caseiras vá acontecer qualquer coisa como:
“- Olha lá, não-sei-o-quê foi há quanto tempo? 15 anos? Foi antes ou depois de comprarmos a casa?
- Foi depois. Então, em 2009 comprámos a casa e foi nesse ano que
…”

É claro nem tudo foi fácil neste ano. Nã,nã… Barafustei muito. Disse que fazia e acontecia. Rabujei e preocupei-me como nunca. Enganei-me. Enganaram-me. Senti-me desgastada. Estive ausente. Fiz quilómetros demais, num ir e vir sem vontade. Perdi, para sempre, o meu avô.
Mas, ainda assim, 2009 foi um ano bom... Foi um ano de muito trabalho. Trabalho duro, daquele que faz troça de quem passa o dia atrás de uma secretária. Foi um ano em que atalhámos por outras artes e outros ofícios. Descobrimos novas formas de viver, de pensar, de habitar. Encontrámos memórias de outros tempos. Conhecemos pessoas com histórias na ponta da língua.
Vimos, numa oportunidade ímpar, de e como é feita a nossa casa. O que está por detrás. Estive com os meus pais mais vezes do que nos últimos 7 anos. Nasceu a Dixie. Tenho o coração feliz.
2009 foi um ano bom. 2010 ainda vai ser melhor.

Uma Aventura na Alegre Casinha - 2009


Estamos a chegar ao fim de 2009. E que ano este…
2009 vai ser um daqueles anos que ficam na memória e servem de referência para nos situarmos no tempo que já lá vai, como por exemplo o longínquo ano de 1985, ano em que entrei para a escola. Eu e a minha lancheira cor-de-rosa. Ou o de 1987, ano em que apanhei piolhos na escola porque quando tirámos a fotografia de turma (e uma foto a solo com um cenário tipo Heidi atrás) a assistente do fotógrafo penteou todos os miúdos com o mesmo pente. Todos os que estavam na fila atrás da Marília não se safaram. Eu estava mesmo atrás da Marília.
Há também o tempo “antes-do-ISCTE” (1998) e o tempo “depois-do-ISCTE”. E o tempo “antes-do-Alentejo”(2001) e o “depois-do-Alentejo”. E a lista poderia continuar por aí fora.
Portanto, imagino que em algumas conversas caseiras vá acontecer qualquer coisa como:
“- Olha lá, não-sei-o-quê foi há quanto tempo? 15 anos? Foi antes ou depois de comprarmos a casa?
- Foi depois. Então, em 2009 comprámos a casa e foi nesse ano que
…”

É claro nem tudo foi fácil neste ano. Nã,nã… Barafustei muito. Disse que fazia e acontecia. Rabujei e preocupei-me como nunca. Enganei-me. Enganaram-me. Senti-me desgastada. Estive ausente. Fiz quilómetros demais, num ir e vir sem vontade. Perdi, para sempre, o meu avô.
Mas, ainda assim, 2009 foi um ano bom... Foi um ano de muito trabalho. Trabalho duro, daquele que faz troça de quem passa o dia atrás de uma secretária. Foi um ano em que atalhámos por outras artes e outros ofícios. Descobrimos novas formas de viver, de pensar, de habitar. Encontrámos memórias de outros tempos. Conhecemos pessoas com histórias na ponta da língua.
Vimos, numa oportunidade ímpar, de e como é feita a nossa casa. O que está por detrás. Estive com os meus pais mais vezes do que nos últimos 7 anos. Nasceu a Dixie. Tenho o coração feliz.
2009 foi um ano bom. 2010 ainda vai ser melhor.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Tijoleira

Já começou o trabalho de assentamento da tijoleira para o piso inferior da casa. Comprámos uma tijoleira vermelha 30*30 impermeabilizada com óleo repelente, acabamento mate. A impermeabilização é muito importante porque se cair algum líquido no chão este não é absorvido e não mancha a tijoleira. Imaginem o chão de uma cozinha sem este tratamento…Em 3 tempos estava todo manchado.
As juntas vão ser betumadas com uma argamassa própria, cor cinza. A aplicação é simples. Primeiro enchemos as juntas com argamassa de cimento e areia fina (1:2) e com a ajuda de uma espátula e uma trincha passámos o betume cinza. No fim limpa-se tudo com a ajuda de uma saca plástica daquelas vermelhas das batatas/cebolas para empurrar a argamassa para dentro das juntas. Depois passa-se a esfregona e já está.
Até agora está a correr bem e foram necessários menos cortes do que os previstos. Temos ainda de comprar uns “focinhos” – é mesmo o nome da peça! – para revestir o pequeno degrau que existe entre a cozinha e a sala.

Tijoleira

Já começou o trabalho de assentamento da tijoleira para o piso inferior da casa. Comprámos uma tijoleira vermelha 30*30 impermeabilizada com óleo repelente, acabamento mate. A impermeabilização é muito importante porque se cair algum líquido no chão este não é absorvido e não mancha a tijoleira. Imaginem o chão de uma cozinha sem este tratamento…Em 3 tempos estava todo manchado.
As juntas vão ser betumadas com uma argamassa própria, cor cinza. A aplicação é simples. Primeiro enchemos as juntas com argamassa de cimento e areia fina (1:2) e com a ajuda de uma espátula e uma trincha passámos o betume cinza. No fim limpa-se tudo com a ajuda de uma saca plástica daquelas vermelhas das batatas/cebolas para empurrar a argamassa para dentro das juntas. Depois passa-se a esfregona e já está.
Até agora está a correr bem e foram necessários menos cortes do que os previstos. Temos ainda de comprar uns “focinhos” – é mesmo o nome da peça! – para revestir o pequeno degrau que existe entre a cozinha e a sala.

Telheirinho de Natal

Neste fim-de-semana natalício também andámos a trabalhar na AC. O Inverno anda por aí e temos que dar corda aos sapatinhos para ter a casa fechada. Um dos requisitos para colocar a porta principal era ter o telheiro pronto. Mesmo com um vento gelado sempre a soprar a tarefa foi cumprida: já temos telheiro!
O Sr. AC passou o domingo empoleirado na estrutura de madeira que já tínhamos construído no outro fim-de-semana. Esteve a pregar as ripas de madeira que sustentam as telhas. Depois passámos à fase de telhar e aí a coisa deu mais trabalho já que ninguém ali alguma vez tinha telhado o que quer que fosse. O quebra-cabeças estava nas bonitas telhas de canudo que (re)aproveitámos do telhado antigo. Depois de vários ensaios e consultar casas da zona lá conseguimos telhar… o telheiro. Na fase seguinte encaixámos as telhas no roço aberto na casa para o efeito e chumbámos com massa.
O primeiro teste de resistência foi feito ontem graças ao temporal. E…passou com distinção!!