sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Mais aquisições

No outro dia comprámos este móvel para a casa de banho que até ficou em conta e não tem estilo rococó.
Não é por nada mas tem mais graça ao vivo do que na foto e como é feito em pinho pode ser pintado a gosto.

Mais aquisições

No outro dia comprámos este móvel para a casa de banho que até ficou em conta e não tem estilo rococó.
Não é por nada mas tem mais graça ao vivo do que na foto e como é feito em pinho pode ser pintado a gosto.

Língua afiada

Por causa da Alegre Casinha ultimamente especializei-me em reclamar, barafustar, teimar e fazer finca-pé. Se reclamo já sei que tenho de ter na manga algo como “ se não resolvem o assunto apresento reclamação a nível superior”. Triste mas eficaz. E depois do primeiro contacto telefónico segue-se o fax para o assunto não ficar perdido. Até aqui tem resultado mas mesmo assim há idiotices alheias que demoram o seu tempo a serem resolvidas. Hoje resolveu-se mais uma, mas foram precisos telefonemas diários durante 3 semanas, falar com o gerente, o sub-gerente, 5 funcionários diferentes e até com a estagiária. Ah, e discutir ao telemóvel com um engenheiro durante quase 20 minutos para no fim chegarmos os dois à conclusão que estávamos a falar de coisas diferentes e que…quem tinha razão era eu. Porque para mim - pouco dada a complexidades matemáticas – é muito óbvio que 6% não é o mesmo que 27%. E bastava fazer uma continha simples para confirmar aquilo que nós dizíamos.
Enfim... ainda bem que vem aí o Natal, as azevias, os sonhos de abóbora, as broas cá da zona e outras coisas boas para tirar o gosto amargo dos últimos dias.

Língua afiada

Por causa da Alegre Casinha ultimamente especializei-me em reclamar, barafustar, teimar e fazer finca-pé. Se reclamo já sei que tenho de ter na manga algo como “ se não resolvem o assunto apresento reclamação a nível superior”. Triste mas eficaz. E depois do primeiro contacto telefónico segue-se o fax para o assunto não ficar perdido. Até aqui tem resultado mas mesmo assim há idiotices alheias que demoram o seu tempo a serem resolvidas. Hoje resolveu-se mais uma, mas foram precisos telefonemas diários durante 3 semanas, falar com o gerente, o sub-gerente, 5 funcionários diferentes e até com a estagiária. Ah, e discutir ao telemóvel com um engenheiro durante quase 20 minutos para no fim chegarmos os dois à conclusão que estávamos a falar de coisas diferentes e que…quem tinha razão era eu. Porque para mim - pouco dada a complexidades matemáticas – é muito óbvio que 6% não é o mesmo que 27%. E bastava fazer uma continha simples para confirmar aquilo que nós dizíamos.
Enfim... ainda bem que vem aí o Natal, as azevias, os sonhos de abóbora, as broas cá da zona e outras coisas boas para tirar o gosto amargo dos últimos dias.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Duplos

Para transformar as nossas janelas numa barreira mais eficaz contra a chuva, frio e demais invernias comprámos vidros duplos. Os vidros vão ser colocados na obra quando recebermos as ferragens para as janelas.
Quando encomendámos as janelas ao mestre carpinteiro referimos logo que queríamos ter vidros duplos. Esta informação é importante para o carpinteiro porque uma janela tradicional pode não suportar vidros duplos e depois...é uma chatice!

Duplos

Para transformar as nossas janelas numa barreira mais eficaz contra a chuva, frio e demais invernias comprámos vidros duplos. Os vidros vão ser colocados na obra quando recebermos as ferragens para as janelas.
Quando encomendámos as janelas ao mestre carpinteiro referimos logo que queríamos ter vidros duplos. Esta informação é importante para o carpinteiro porque uma janela tradicional pode não suportar vidros duplos e depois...é uma chatice!

Super Dixie...

...ou como o facto de ter orelhas grandes resulta em fotos engraçadas!

Super Dixie...

...ou como o facto de ter orelhas grandes resulta em fotos engraçadas!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O que fazer num feriado com sol? Trabalhar!

Ora que o feriado até esteve bonzinho e sem chuva. E tinhamos muitos planos para o dia, mil coisas para fazer. Uma dessas tarefas era dar continuidade à caleira lateral que fizemos no outro dia e que desvia as águas da chuva das paredes da casa. Para fazer o resto da caleira (que vai fazer com que a água vá desaguar para a estrada) foi necessário limpar o terreno e baixar a cota. E foi aí que começou a odisseia que durou o resto do dia. Lembram-se do ulmeiro? O tal que tinha raízes debaixo da nossa casa? Pois que ainda restavam algumas dessas raízes tinhosas... Quando o sr. AC começou a limpar o terreno descobriu uma dessas raízes. E depois outra. E mais outra. E uma carrada de ramificações. Primeiro tentámos tirar com a enxada e um ferro, depois usámos a serra eléctrica e por fim montámos um andaime onde colocámos um guincho eléctrico para puxar as velhacas. Resultado: uma tarde inteirinha de volta das raízes e uma picareta, uma pá e uma enxada com o cabo partido. Ah, e uma dor nos braços também! Fica aqui o registo fotográfico:




O que fazer num feriado com sol? Trabalhar!

Ora que o feriado até esteve bonzinho e sem chuva. E tinhamos muitos planos para o dia, mil coisas para fazer. Uma dessas tarefas era dar continuidade à caleira lateral que fizemos no outro dia e que desvia as águas da chuva das paredes da casa. Para fazer o resto da caleira (que vai fazer com que a água vá desaguar para a estrada) foi necessário limpar o terreno e baixar a cota. E foi aí que começou a odisseia que durou o resto do dia. Lembram-se do ulmeiro? O tal que tinha raízes debaixo da nossa casa? Pois que ainda restavam algumas dessas raízes tinhosas... Quando o sr. AC começou a limpar o terreno descobriu uma dessas raízes. E depois outra. E mais outra. E uma carrada de ramificações. Primeiro tentámos tirar com a enxada e um ferro, depois usámos a serra eléctrica e por fim montámos um andaime onde colocámos um guincho eléctrico para puxar as velhacas. Resultado: uma tarde inteirinha de volta das raízes e uma picareta, uma pá e uma enxada com o cabo partido. Ah, e uma dor nos braços também! Fica aqui o registo fotográfico:




segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

rabo de fora


Mais um pormenor da cozinha: uma pedra enorme que ficou com o "rabo" de fora mesmo ao pé do lava-louças. Podíamos ter cortado a pedra (acho que o meu pai ia logo a correr ligar a rebarbadora) mas optámos por a deixar à mostra porque no fim de contas faz parte da casa e achamos que tem a sua piada. A pedra é enorme e o que fica de fora equivale a uns 5%. Quando tivermos mais tempo vamos limpá-la e rematar com jeitinho as juntas dos azulejos que a circundam. Fui à procura de uma foto antiga e encontrei esta...para verem a dita cuja basta fazer um zoom. É a pedra gigante do lado esquerdo mesmo ao pé do andaime.

rabo de fora


Mais um pormenor da cozinha: uma pedra enorme que ficou com o "rabo" de fora mesmo ao pé do lava-louças. Podíamos ter cortado a pedra (acho que o meu pai ia logo a correr ligar a rebarbadora) mas optámos por a deixar à mostra porque no fim de contas faz parte da casa e achamos que tem a sua piada. A pedra é enorme e o que fica de fora equivale a uns 5%. Quando tivermos mais tempo vamos limpá-la e rematar com jeitinho as juntas dos azulejos que a circundam. Fui à procura de uma foto antiga e encontrei esta...para verem a dita cuja basta fazer um zoom. É a pedra gigante do lado esquerdo mesmo ao pé do andaime.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Reaproveitar

Na Alegre Casinha muitos dos materiais utilizados já existiam na casa. Reaproveitar é uma forma de manter a identidade da casa, ter oportunidade de contar uma história e ao mesmo tempo poupar algum dinheiro. Por exemplo, com as tijoleiras do antigo forno o sr. AC forrou o parapeito interior das janelas da sala. Ok, ok, podia ter tirado aquelas coisas que estão na janela para a foto ficar mais bonitinha mas não reparei a tempo...Na primeira foto ainda se vê a montanha de pedras que temos no nosso jardim e a temível chapa verde que os vizinhos tiveram a infeliz ideia de colocar no muro...Mais para a frente temos de pensar numa sebe natural para resolver a situação.

Reaproveitar

Na Alegre Casinha muitos dos materiais utilizados já existiam na casa. Reaproveitar é uma forma de manter a identidade da casa, ter oportunidade de contar uma história e ao mesmo tempo poupar algum dinheiro. Por exemplo, com as tijoleiras do antigo forno o sr. AC forrou o parapeito interior das janelas da sala. Ok, ok, podia ter tirado aquelas coisas que estão na janela para a foto ficar mais bonitinha mas não reparei a tempo...Na primeira foto ainda se vê a montanha de pedras que temos no nosso jardim e a temível chapa verde que os vizinhos tiveram a infeliz ideia de colocar no muro...Mais para a frente temos de pensar numa sebe natural para resolver a situação.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Teoria da Cor

Ultimamente tenho comprado uma revista bem interessante de decoração cujo único defeito é ser espanhola...:) Tem uma tiragem mensal e já a vi à venda em várias papelarias. Traz umas fotos bem catitas de casas antigas entretanto recuperadas e algumas ideias para reaproveitar/reutilizar móveis e afins . Foi numa dessas revistas - a do mês de Novembro - que vi um esquema que serviu de inspiração para o painel de azulejos da nossa cozinha. Como queríamos alguma cor para contrastar com a sobriedade das madeiras e as paredes brancas da casa optámos pelos tons mais quentes e alegres: vermelho, laranja e amarelo torrado. O painel fica sobre as bancadas e fica do tamanho que se pode ver nas fotos*.O resto da parede fica pintada de branquinho. Entretanto os azulejos já foram todos colocados faltando apenas aplicar o betume, ou seja, selar as juntas com uma massa branca.
Nesta última foto podemos ver a combinação entre a cor da janela e a cor do painel de azulejos assim como a cabeça do nosso já muy falado amigo-mestre-carpinteiro-sapatinho-de-descanso.
*Na 2ª foto também se pode ver a fiada de azulejos que sobe em direcção à chaminé para permitir uma limpeza mais eficaz da zona que envolve o fogão. Aqueles azulejos vão ficar tapados pela saia da chaminé (que ainda temos de comprar...)