sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Vermelho

Na antiga cozinha ainda encontrámos marcas dos últimos habitantes da Alegre Casinha, deixadas há mais de 20 anos. Esta esta é uma delas. Gostei particularmente da cortina vermelha, bem garrida e alegre. Espero poder pegar na ideia (não na cortina que essa já não existe por razões óbvias) e aplicá-la mais tarde na nova cozinha. Vermelho e cor de açafrão serão, à partida, as cores que vão alegrar a nossa cozinha.

Vermelho

Na antiga cozinha ainda encontrámos marcas dos últimos habitantes da Alegre Casinha, deixadas há mais de 20 anos. Esta esta é uma delas. Gostei particularmente da cortina vermelha, bem garrida e alegre. Espero poder pegar na ideia (não na cortina que essa já não existe por razões óbvias) e aplicá-la mais tarde na nova cozinha. Vermelho e cor de açafrão serão, à partida, as cores que vão alegrar a nossa cozinha.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mergulho

Márilen pede, Márilen tem. Claro que não fui buscar uma foto minha (brincas!) mas aproveitei este lindo registo fotográfico do último dia de Agosto do ano passado. Desenganem-se se tal vos parece um "chapão" em potência! Nã, nã. Foi uma bela mergulhaça! E a água estava ASSIM de boa!

Mergulho

Márilen pede, Márilen tem. Claro que não fui buscar uma foto minha (brincas!) mas aproveitei este lindo registo fotográfico do último dia de Agosto do ano passado. Desenganem-se se tal vos parece um "chapão" em potência! Nã, nã. Foi uma bela mergulhaça! E a água estava ASSIM de boa!

Cãnzinha*


A Dixie passou o dia de ontem com o sr. Alegre Casinha que ainda tem o ouvido lesionado. :)
Diz que comeu, brincou, dormiu e tem uma bexiga pequena porque fez uma carrada de xixis. Ah, e tem uma coleira toda catita. Mentes mais preocupadas: não se aflijam pois não vou desatar a comprar roupas e acessórios canídeos tipo crocs para cão. A minha sanidade mental ainda está para as curvas.
*O meu avô em vez de dizer "cadelinha" diz sempre "Cãnzinha"

Cãnzinha*


A Dixie passou o dia de ontem com o sr. Alegre Casinha que ainda tem o ouvido lesionado. :)
Diz que comeu, brincou, dormiu e tem uma bexiga pequena porque fez uma carrada de xixis. Ah, e tem uma coleira toda catita. Mentes mais preocupadas: não se aflijam pois não vou desatar a comprar roupas e acessórios canídeos tipo crocs para cão. A minha sanidade mental ainda está para as curvas.
*O meu avô em vez de dizer "cadelinha" diz sempre "Cãnzinha"

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Márilen este foi inspirado em ti

A povoação para onde vamos morar é um dos nossos sítios preferidos por vários motivos. Delimitada a sul e a oeste pelo Atlântico possuí um riquíssimo património natural e construído que enche sempre a vista e acalma a alma.
E não há nada como num final de tarde dar um passeio e depois um mergulho para refrescar. Sem ninguém por perto, sem andar a pisar toalhas de praia, sem tropeçar nas criançinhas e nos chapéus de sol. Sem ter de ouvir pessoas aos berros ao telemóvel e carros a apitar. Só a ouvir o barulho do mar.
Depois, para recuperar forças, é imperativo ir à dona C. comer umas lambujinhas, amêijoas, caracóis e petiscos afins. Sempre acompanhados de um pão caseiro que é assim qualquer coisa de maravilhoso :)

Márilen este foi inspirado em ti

A povoação para onde vamos morar é um dos nossos sítios preferidos por vários motivos. Delimitada a sul e a oeste pelo Atlântico possuí um riquíssimo património natural e construído que enche sempre a vista e acalma a alma.
E não há nada como num final de tarde dar um passeio e depois um mergulho para refrescar. Sem ninguém por perto, sem andar a pisar toalhas de praia, sem tropeçar nas criançinhas e nos chapéus de sol. Sem ter de ouvir pessoas aos berros ao telemóvel e carros a apitar. Só a ouvir o barulho do mar.
Depois, para recuperar forças, é imperativo ir à dona C. comer umas lambujinhas, amêijoas, caracóis e petiscos afins. Sempre acompanhados de um pão caseiro que é assim qualquer coisa de maravilhoso :)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Enxertar

No início de Junho fomos visitar os meus avós ao Alentejo. O sr. Alegre Casinha ainda não os conhecia pelo que aproveitámos um dia de férias para irmos até lá. A nosso pedido o meu avô - que já tem 96 anos mas ainda mantém uma farta cabeleira preta e um sentido de humor afinado - ensinou-nos como enxertar.

Avó , Avô e Sr. Alegre Casinha

O meu avô sempre trabalhou a terra. Dizia-me há anos atrás que cada planta tem um tempo próprio que não conhece relógio mas sim sol, luas e ventos. Que por detrás do simples acto de unir partes oriundas de plantas distintas para mais tarde resultar em uma só planta, um exemplar único e singular, existe muita ciência, sabedoria e acima de tudo paciência..

Enxertar

No início de Junho fomos visitar os meus avós ao Alentejo. O sr. Alegre Casinha ainda não os conhecia pelo que aproveitámos um dia de férias para irmos até lá. A nosso pedido o meu avô - que já tem 96 anos mas ainda mantém uma farta cabeleira preta e um sentido de humor afinado - ensinou-nos como enxertar.

Avó , Avô e Sr. Alegre Casinha

O meu avô sempre trabalhou a terra. Dizia-me há anos atrás que cada planta tem um tempo próprio que não conhece relógio mas sim sol, luas e ventos. Que por detrás do simples acto de unir partes oriundas de plantas distintas para mais tarde resultar em uma só planta, um exemplar único e singular, existe muita ciência, sabedoria e acima de tudo paciência..

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

E...

...estamos de volta! A exostose do sr. Alegre Casinha foi removida com sucesso e agora não há motivo para ele não me dar ouvidos. ;)
Mudando de assunto, a foto de hoje é de um ulmeiro (ou pelo menos parece) que irrompeu no meio de um afloramento calcário mesmo em frente à nossa casa.
Gosto de o ver em frente a casa pelo apontamento de verde e pela sombra. Mas ter uma árvore a menos de 2 metros das paredes de alvenaria de pedra pode ser um grande problema. Quando levantámos o chão antigo encontrámos raizes bem grandes que a médio prazo colocariam em risco a segurança da casa.

parte de uma raiz com pelo menos 1 metro de comprimento e a largura do meu ante-braço

Acho no entanto que esta árvore tem os dias contados. Não, não lhe vou dar ice-tea de roundup como nas ervas daninhas e na hera, mas as folhas todas "picadas" e acastanhadas deste "urme" - como lhe chama o pastor que por ali passa - denunciam uma possível doença. Talvez seja uma doença que se chama "grafiose" e que tem vindo a atacar esta espécie. Mas isto é mera especulação minha porque de botânica eu não percebo nada e vai na volta a árvore está para durar mais umas décadas...


E...

...estamos de volta! A exostose do sr. Alegre Casinha foi removida com sucesso e agora não há motivo para ele não me dar ouvidos. ;)
Mudando de assunto, a foto de hoje é de um ulmeiro (ou pelo menos parece) que irrompeu no meio de um afloramento calcário mesmo em frente à nossa casa.
Gosto de o ver em frente a casa pelo apontamento de verde e pela sombra. Mas ter uma árvore a menos de 2 metros das paredes de alvenaria de pedra pode ser um grande problema. Quando levantámos o chão antigo encontrámos raizes bem grandes que a médio prazo colocariam em risco a segurança da casa.

parte de uma raiz com pelo menos 1 metro de comprimento e a largura do meu ante-braço

Acho no entanto que esta árvore tem os dias contados. Não, não lhe vou dar ice-tea de roundup como nas ervas daninhas e na hera, mas as folhas todas "picadas" e acastanhadas deste "urme" - como lhe chama o pastor que por ali passa - denunciam uma possível doença. Talvez seja uma doença que se chama "grafiose" e que tem vindo a atacar esta espécie. Mas isto é mera especulação minha porque de botânica eu não percebo nada e vai na volta a árvore está para durar mais umas décadas...


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Até já

Vamos ali fazer uma operaçãozinha ao ouvido e voltamos já!

Até já

Vamos ali fazer uma operaçãozinha ao ouvido e voltamos já!

A mensagem

No domingo dia 21 de Dezembro de 2008, ali pelas 17h24 segundo as propriedades do ficheiro, a minha amiga Nikon D40 registou este momento: o senhor Alegre Casinha enviava uma sms para a agente imobiliária a dizer que ficávamos com a casa.